Arte no grafite

domingo, 20 de fevereiro de 2011


À sombra da mangueira
Thairu Uhuru




Na grama abaixo da sombra da mangueira,
Um banco velho, com as marcas da paixão
De amores, que com o tempo passado, estão
Ainda ali registrados na madeira.

Ele traz tantas histórias de carinho,
Secretas de sussurros e tantos beijos,
Que mesmo abaixo de chuva e relampejos,
O velho banco jamais fica sozinho.

O tempo de sua existência não conta...
Por tantos planos ardentes esculpidos,
Abraços apertados de ponta-a-ponta,

De olhares amantes, formando partidos,
É como um quebra-cabeça que se monta
Nele, os amores estão sempre mantidos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário