À sombra da mangueira
Thairu Uhuru
Na grama abaixo da sombra da mangueira,
Um banco velho, com as marcas da paixão
De amores, que com o tempo passado, estão
Ainda ali registrados na madeira.
Ele traz tantas histórias de carinho,
Secretas de sussurros e tantos beijos,
Que mesmo abaixo de chuva e relampejos,
O velho banco jamais fica sozinho.
O tempo de sua existência não conta...
Por tantos planos ardentes esculpidos,
Abraços apertados de ponta-a-ponta,
De olhares amantes, formando partidos,
É como um quebra-cabeça que se monta
Nele, os amores estão sempre mantidos.
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